Salve! Aqui é o Tamer.
Abril de 2022.
Atônito, recebo a notícia de que o pai de uma colega de colégio da Duda, minha filha, faleceu aos 56 anos. Algum tempo depois, chegou a informação mais alarmante: suicídio.
Fiquei em choque.
Imediatamente, me remeti à época em que as meninas eram crianças e nós, os pais, mantínhamos contato com certa frequência. Em determinada ocasião, os recebemos aqui em casa. Eu e ele conversamos longamente enquanto apreciávamos um charuto cubano.
O casal era muito agradável e alegre, especialmente a mulher, e aparentemente feliz. Guardo deles as melhores lembranças.
Há alguns anos, perdemos contato, depois que a família decidiu se mudar para o Nordeste, local de nascimento deles. Mas a Duda manteve alguma aproximação com a antiga amiga por meio das redes sociais.
Estamos em setembro de 2026.
Desde 2014, por ocasião da campanha Setembro Amarelo, a sociedade brasileira ressuscita, ainda que modestamente, na minha opinião, as discussões mais que necessárias sobre saúde mental, sofrimento psíquico e, claro, prevenção do suicídio.
Hoje, falaremos sobre as distorções e preconceitos que ainda impedem tanta gente de pedir ajuda e sobre a importância de um processo sério, profundo e continuado de desenvolvimento pessoal.
Esta carta é, também, uma forma de honrar a memória daquele homem, trabalhador, marido, pai e chefe de família.
Não conheço as circunstâncias que o levaram a tirar a própria vida, e talvez ninguém as conheça completamente. Mas esta decisão revela a dimensão de um sofrimento psíquico profundo, vivido por quem não enxerga uma saída melhor e que nem sempre é percebido por quem está próximo.
O preconceito
Desde que comecei a trabalhar desenvolvendo pessoas, há quase 25 anos, de uma forma ou de outra, esbarro no preconceito contra os profissionais e as diversas abordagens do mundo psi.
Claro, isso se estende a todas as metodologias de desenvolvimento humano: coaching, mentoria, treinamentos comportamentais e, especialmente, terapia. Ah, eu já ia me esquecendo da psiquiatria. A maioria das pessoas ainda acredita que os psiquiatras são médicos de gente maluca, daquelas com carteirinha.
Vale lembrar que os cocôaches da internet deram (e continuam dando) uma enorme contribuição para o aumento desse preconceito que já atinge índices elevadíssimos e só cresce.
Se você me conhece ou assina Provocatória, sabe que, no início dos anos 2000, formatei e inaugurei, na Universidade Candido Mendes (UCAM), Campus Centro, a primeira disciplina voltada ao desenvolvimento das hoje chamadas soft skills: Capital Humano nas Organizações.
Logo depois, assumi, reformatei e reorganizei a disciplina que vinha antes: Capital Humano.
Até onde tenho notícias, fui o primeiro profissional a introduzir a PNL Sistêmica como conteúdo e metodologia de trabalho dentro do ambiente acadêmico.
Naquela época, esse tipo de iniciativa era uma grande novidade, sobretudo audaciosa, dado o preconceito que a academia nutria contra esses assuntos.
Os outros professores torciam o nariz para o sucesso daquele trabalho, quando cheguei a ser eleito o melhor professor do quadro, em todos os quesitos da avaliação institucional. Com exceção, por óbvio, de um colega psicólogo que ficou com o segundo lugar.
Disse este professor, em alto e bom som, no momento em que recebíamos o reconhecimento:
- É porque a gente entende e respeita o ser humano, né, Tamer.
Sorrindo discretamente, concordei.
Nos corredores, os alunos me diziam coisas assim:
- Tamer, a Profa. Fudência perguntou se a sua matéria era boa mesmo e se você era tudo isso.
Eu brincava:
- E o que vocês responderam?
- Que sim, né?!
- Da próxima vez que perguntarem, completem: “E olha que nós não o vimos pelado.”
Eles se acabavam de rir.
A convicção
O tempo passou e a instituição quis dar continuidade ao seu movimento de vanguarda: decidiu lançar uma pós-graduação focada no autoconhecimento e no autodesenvolvimento.
A convite da direção, participei das primeiras reuniões para concepção, elaboração e organização do curso, que teria como patrono ninguém menos do que Nuno Cobra, o famoso preparador físico de figuras lendárias como Ayrton Senna e autor do best-seller “A semente da vitória”.
No primeiro encontro com o corpo docente, a coordenadora pedagógica do projeto pediu que nós, professores, definíssemos o que viria a ser felicidade. Entre outras manifestações, digamos, muito elaboradas, respondi: autoconhecimento.
Fui acompanhado de um senhor que devia ter entre 70 e 75 anos, com uma longa trajetória na prática e no ensino do Kung Fu, arte marcial chinesa.
- Mas e a consciência? - retrucou-me uma professora, visivelmente incomodada com a minha resposta.
- Ora, professora, existe consciência mais importante do que a de si mesmo? - devolvi.
Mais de duas décadas depois, estou ainda mais convencido. Se você quer ser uma pessoa verdadeiramente feliz, realizada e bem-sucedida em todos os sentidos, só tem uma chance: autoconhecimento.
Ainda hoje, sobretudo com o avanço da superficialidade e com o estabelecimento da sociedade da dispersão, sigo dizendo:
Autoconhecimento é o GPS da existência
Só o autoconhecimento pode salvar a sociedade moderna, cada vez mais adoecida por um estilo de vida insano, irresponsável e inconsequente.
Por que, Tamer?
Porque o ser humano funciona a partir de programas neurolinguísticos.
Esses programas são aprendizagens desenvolvidas, repetidas e automatizadas ao longo da vida.
Enquanto permanecem fora da consciência, eles continuam determinando suas emoções, decisões, escolhas e comportamentos sem que você entenda por que funciona desse jeito e como chegou aos resultados que continua reproduzindo.
O desenvolvimento pessoal torna possível identificar essa programação, avaliar sua utilidade no presente e reprogramar o modelo mental que, em algum momento, passou a limitar sua vida.
Esse processo resolve um problema inevitável do funcionamento humano: aquilo que você aprendeu pode se tornar disfuncional em determinado momento ou em certos contextos da sua vida. Uma resposta que parecia apropriada aos dez anos de idade pode se repetir hoje, mesmo que o ambiente, as pessoas, as responsabilidades e as circunstâncias sejam diferentes e incompatíveis com ela.
A programação
A PNL Sistêmica faz uma comparação didática para explicar a psiquê humana: o cérebro é o hardware; a mente, o software.
Evidentemente, o ser humano é muito mais rico e complexo do que um computador. Mas essa analogia ajuda a compreender por que você pode ter uma estrutura biológica saudável e, ao mesmo tempo, funcionar a partir de programas que já não respondem adequadamente à sua realidade.
Esses programas foram instalados na sua convivência com aquilo que chamo de Tripé da Fudência: família, escola e religião.
Entraram despretensiosamente pela linguagem, pela observação, pela modelagem, pela repetição, pelas experiências emocionais e pelas percepções que você construiu sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o mundo.
A resposta que lhe parece desproporcional hoje pode ter sido a melhor alternativa que a sua mente encontrou quando você ainda não dispunha dos recursos que tem agora.
A PNL Sistêmica parte de um princípio que ajuda a compreender esse fenômeno:
Todo comportamento é útil em algum contexto
O tempo passa, os contextos mudam, você assume novos papéis, recebe responsabilidades maiores e entra em outros relacionamentos. No entanto, o programa pode continuar rodando de forma automática e inconsciente, repetindo uma resposta que pertence a uma versão antiga da sua história.
É por isso que programas neurolinguísticos precisam ser identificados, reprogramados e, em alguns casos, desprogramados.
O autoconhecimento traz clareza sobre suas estratégias internas; o autodesenvolvimento disponibiliza os recursos necessários para transformar essas informações em nova forma de funcionar.
Na Carta #010: só autoconhecimento é pouco, abordo detalhadamente essa lógica.
Mesmo depois de incorporada, uma nova resposta pode não estar automaticamente disponível em todos os contextos. Você pode funcionar muito bem numa fase da vida e encontrar uma limitação quando assume outra responsabilidade, entra numa nova relação ou precisa tomar decisões mais complexas.
A mudança de contexto exige recursos diferentes e também pode reativar programas que pareciam superados. Por isso, nossos processos mentais e emocionais requerem manutenção permanente.
Na Carta #030: você está mudando ou se enganando?, mostrei que uma mudança pode estar disponível em determinadas situações e falhar em outras.
Esse estado constante de manutenção ajuda você a reconhecer onde a resposta antiga ainda se manifesta, fazer os ajustes necessários e continuar ampliando seu número de escolhas para agir.
Essa ampliação do repertório interno expressa outro princípio básico da PNL Sistêmica:
A mudança é resultado da ampliação ou enriquecimento do mapa de alguém
Assim como acontece com qualquer atividade física, depois do desconforto inicial, esse processo vai se tornando muito mais prazeroso do que doloroso e você começa a reconhecer na própria vida os efeitos dos recursos que o desenvolvimento pessoal lhe proporcionou.
A generalização
Recentemente, os pais de um mentee passaram por um momento de vida especialmente desafiador. Diante daquilo, recomendei que procurassem terapia.
Ele me respondeu:
- Tamer, eles não acreditam. Minha mãe até tentou, mas disse que não funcionou, que não é para ela.
Sim, isso pode acontecer e é relativamente comum. Frequentemente, a pessoa não se identifica com o profissional ou com a abordagem dele.
Embora eu não conheça os detalhes e não tenha como afirmar onde estava a dificuldade daquela senhora, existe um padrão evidente no testemunho dela: a generalização.
A percepção construída a partir daquela experiência passou a representar, para ela, a terapia em toda a sua diversidade de profissionais, abordagens e possibilidades. Um evento específico se transformou em sentença definitiva sobre qualquer possibilidade futura.
Esse funcionamento nos leva ao mais importante princípio da PNL Sistêmica:
As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si
Para a PNL Sistêmica, a generalização é um dos filtros cognitivos por meio dos quais o ser humano constrói seu mapa de mundo.
Graças a esse mecanismo, não precisamos reaprender tudo a cada nova situação. A mente identifica as semelhanças, estabelece as conexões e utiliza a experiência anterior como referência para orientar a resposta seguinte.
Mas esse filtro se torna uma limitação quando deixa de considerar diferenças essenciais.
A frase “não funcionou para mim” costuma esconder informações que precisariam ser esclarecidas:
- O que especificamente não funcionou?
- Como especificamente não funcionou?
- Havia empatia entre o profissional e a cliente?
- A metodologia era compatível com o perfil dela?
Essas perguntas recuperam a totalidade da experiência, permitindo separar o que pertence àquele evento específico daquilo que a pessoa passou a afirmar sobre todas as outras possibilidades.
A generalização pode produzir uma sensação de segurança ou proteção aparente: se nada funciona, não preciso me expor novamente, escolher melhor, confiar em outro profissional ou assumir a parte que me cabe em qualquer processo de mudança.
Claro, o mecanismo de defesa contra uma nova decepção cobra o preço de impedir uma experiência futura bem-sucedida e suficientemente transformadora.
A autossuficiência
- Tamer, entendo a minha mãe. Eu também funcionava assim. A diferença é que eu dizia para mim mesmo: “Ainda estou dando conta” - concluiu o mentee.
Na régua dele, pedir ajuda só faria sentido quando já não conseguisse honrar os compromissos, responder às obrigações e manter a rotina. Enquanto mantinha algum aspecto de normalidade, mesmo pagando um preço cada vez maior por isso, o apoio externo parecia não fazer sentido.
Entre os homens, essa crença encontra um reforço cultural importante: o patriarcado.
Muitos de nós cresceram ouvindo que precisavam ser fortes e dar conta do recado sozinhos. Coisas do tipo: “Engole o choro”, “Homem não chora” e “Se apanhar na rua, vai apanhar mais quando chegar em casa” ensinaram gerações de meninos a esconder o medo, disfarçar a dor e interpretar um pedido de ajuda como sinal de fraqueza ou incapacidade pessoal.
Esse modelo de criação pode desenvolver qualidades como coragem, disciplina e responsabilidade, mas deixa enormes cicatrizes emocionais e psicológicas e pode tornar o sofrimento impronunciável. O sujeito continua matando um leão por dia, trabalhando, pagando as contas, cuidando da família e dizendo que está tudo bem porque admitir o contrário ameaçaria a imagem de homem ideal que aprendeu a construir e insiste em preservar.
Naturalmente, isso não significa que mulheres peçam ajuda com facilidade ou que todo homem funcione assim. Mas determinados modelos de masculinidade tornam especialmente difícil abrir mão da autoimagem de herói e admitir: “Não estou bem” e “Preciso de ajuda”.
Na Carta #013: o sistema operacional da realidade pessoal, falo sobre a origem das crenças e a importância delas na criação do nosso modelo mental.
Havemos de convir que dar conta é uma medida insuficiente e perigosamente pobre para avaliar a qualidade da própria vida. Um número imenso e crescente de pessoas continua dando conta de suas demandas pessoais e profissionais enquanto adoece silenciosamente por dentro.
Pensa comigo: quando o quadro elétrico da sua casa entra em curto-circuito, você chama o eletricista; se a máquina de lavar ou o ar-condicionado dão defeito, você chama um técnico; se seu carro entra em pane, você procura um mecânico.
Por que a lógica muda quando o problema é a forma como você pensa, sente, age, se comunica e se relaciona?
A autoajuda
Toda ajuda é autoajuda.
Pelo simples fato de que é impossível ajudar quem não se ajuda. Toda ajuda parte inicialmente do sujeito, pelo sujeito e para o sujeito.
Na Carta #016: contra a autoajuda (e a favor dela), separo charlatanismo de profissionalismo e falo da importância indiscutível dos processos sérios de desenvolvimento pessoal.
Quando se trata desse assunto, costumam surgir duas objeções muito comuns:
Não tenho tempo.
Não tenho dinheiro.
A falta de tempo quase sempre revela o lugar que o desenvolvimento pessoal ocupa entre as suas prioridades. O dinheiro exige uma análise mais cuidadosa, porque pode representar uma limitação real.
Há pessoas que, de fato, não dispõem dos recursos financeiros necessários para contratar um profissional, e seria desonesto ignorar essa realidade. No entanto, em muitos casos, a questão está em enxergar esse gasto como investimento ou escolher melhor onde aplicar o dinheiro.
Também já ouvi coisas absurdas do tipo:
- Não vou falar da minha vida para um desconhecido. Quando preciso, converso com a minha família, com um amigo ou com meu sacerdote.
Naturalmente, não estou desqualificando nem discutindo a importância de uma rede de apoio. Geralmente, essas pessoas estão sempre por perto e são elas que convencem o sujeito a procurar ajuda. Mas elas não estão qualificadas para trabalhar as demandas desse sujeito, entre outras coisas, por causa do seu nível de proximidade com ele.
Amor, amizade e boa intenção são indispensáveis, mas não conferem, por si sós, competência para conduzir um processo de mudança.
A autonomia
Entenda uma coisa definitivamente: por maior que seja sua capacidade de autopercepção, você sempre terá pontos cegos a seu respeito, porque você interpreta a si mesmo e a própria história usando o mapa de mundo que te trouxe até aqui.
Sem ampliar ou enriquecer seu modelo de mundo, você continuará limitado às antigas respostas que já conhece e que lhe parecem as únicas possíveis.
Este princípio da PNL Sistêmica explica o porquê:
Se você continua fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre obteve
Um profissional qualificado tem dois pontos de vista que você jamais conseguirá sozinho: o observador e o guia.
Ele fará perguntas que você é incapaz de fazer, identificará as estruturas que estão na origem das suas emoções e comportamentos e fará a intervenção apropriada para cada situação.
Autossuficiência e autonomia são coisas diferentes.
Caminhar sob orientação não significa terceirizar sua autorresponsabilidade. Um profissional nunca ocupará o seu lugar nem fará escolhas por você. Antes, pelo contrário, ele te ajudará a assumir o seu centro, a ampliar suas escolhas e a se tornar autor e diretor da própria vida.
A disposição e, sobretudo, a decisão de pedir ajuda são evidências de maturidade e autorresponsabilidade.
O preconceito contra o desenvolvimento pessoal interfere, antes de tudo, no reconhecimento da própria condição.
Você convive com sintomas persistentes como apatia, cansaço, dificuldade de concentração, estresse, insônia, irritabilidade, perda de interesse pelo que antes lhe dava prazer ou preocupação excessiva e reduz tudo isso a uma fase ruim passageira. Nesses casos, é necessária uma avaliação profissional, mas frequentemente o preconceito pode impedir que você considere inclusive a possibilidade de sofrer de depressão ou algum transtorno de ansiedade.
A resistência também se evidencia quando você quer melhorar sua comunicação e seus relacionamentos ou quer desenvolver habilidades de liderança e tomada de decisão, mas não admite que chegou ao limite do que consegue perceber e desenvolver sozinho e que precisa de apoio e orientação para avançar nesse sentido.
Insistir em resolver tudo sozinho, em qualquer dessas situações, não é uma demonstração de força, mas de teimosia e falta de inteligência.
Escreva este princípio nas tábuas do seu coração:
Desenvolvimento pessoal é uma questão de saúde mental e emocional
Ele se destina a pessoas que querem se manter saudáveis num mundo cada vez mais adoecido e instável.
Setembro Amarelo abre um espaço importante para essa conversa, mas ela é séria e profunda demais para se restringir a um único mês e não pode esperar o sofrimento se tornar insuportável e, consequentemente, perigoso.
Quando justificativas como “não preciso”, “ainda estou dando conta”, “não tenho tempo”, “não tenho dinheiro” ou “já tentei e não funcionou” se tornam respostas automáticas e satisfatórias para alimentar resistências infantis ao desenvolvimento pessoal e ao cuidado continuado com a própria vida, você está diante de um problema.
Vale lembrar que, quando você sofre, não sofre sozinho, faz sofrer aqueles que te amam e com os quais você divide a vida.
A mentoria
A Mentoria Ágora é um processo de PNL Sistêmica aplicada à comunicação, liderança e tomada de decisão para ajudar você a enxergar com mais clareza os padrões que governam sua forma de funcionar.
Ágora era um lugar onde se negociavam ideias, valores e destinos na Grécia antiga. Para mim, a mentoria é uma ágora: um espaço entre o que você vive hoje e o que podemos construir a partir daí.
Você não precisa saber se o seu caso é de mentoria ou de terapia. Não é sua responsabilidade fazer essa distinção sozinho. Reconhecer que precisa de ajuda e querer trabalhar para melhorar a si mesmo e a sua vida já é motivo suficiente para começar.
Apenas preencha a aplicação e, a partir do que você me contar, avaliaremos qual é o processo mais apropriado para a sua demanda. Caso a mentoria não seja o melhor caminho, encaminharei você para uma terapeuta da minha confiança, que trabalha comigo e tem a mesma competência e seriedade que orientam o meu trabalho.
Para começar, clique aqui e preencha o formulário de interesse.
Grande 4braço
#TamerJunto
Complementos
Esta carta tem quatro complementos:
Essentia, uma leitura comentada de um trecho bíblico aplicado ao desenvolvimento pessoal, sem dogmatismo e sem vínculo religioso, que você pode assistir clicando aqui.
Provotalks, um novo viés em áudio, disponível na plataforma de sua preferência na próxima quinta-feira, às 7h59;
#DicaDoTamer, uma dica explicada para aplicação imediata, disponível nas Notas do Substack na próxima sexta-feira, às 12h59;
Provocrônica, que você receberá diretamente no seu e-mail, na próxima terça-feira, às 7h59.
Circule
Conto com você para fazer este trabalho circular.
Vivemos um momento de dispersão e superficialidade, por isso um acervo como este merece chegar a novas mentes e corações e ajudar ainda mais pessoas.
Por favor, compartilhe. Hoje, mais do que nunca, o que tem valor precisa encontrar caminho.







