Salve! Aqui é o Tamer.
15 de novembro de 1978.
Voltávamos para casa, dentro do fusca azul. Meu pai dirigia, com minha mãe ao lado. Eu, meu tio e minha tia seguíamos atrás, quando perguntei:
- Tia, em quem você votou?
- O voto é secreto - respondeu ela, sorrindo amorosamente.
Ao longo do tempo, a mesma pergunta se repetiu inúmeras vezes. A resposta também.
Eu nunca soube em quem meus pais votavam. Pelo menos, não me lembro de ter sabido. A resposta encerrava definitivamente a pergunta e a escolha de cada um ficava com cada um.
Quarenta e oito anos depois, o voto continua secreto, mas a lógica se inverteu. As pessoas manifestam pública e antecipadamente em quem vão votar. Mas isso não basta. Dizer em quem você vota ou por que defende determinada posição ou candidatura parece insuficiente. As pessoas precisam provar que escolheram o lado certo e se empenham em convencer as outras disso.
E elas nutrem uma expectativa quase doentia de que os outros também se posicionem e se pronunciem. Vide o caso recente envolvendo o cantor João Gomes, cobrado publicamente e sob ameaças a declarar um posicionamento político, e o caso do ator José de Abreu que citou nominalmente alguns colegas de profissão conclamando-os a fazer o mesmo.
Quando alguém exige que os outros enxerguem o país pelo mesmo recorte ou pela mesma lente, transforma a própria leitura numa verdade absoluta que todos deveriam confirmar.
Quero olhar para esse movimento a partir da PNL Sistêmica.
Esta carta não é sobre política. O cenário político recente é apenas o pano de fundo.
O mapa
Se você é meu assinante, já conhece este princípio básico da PNL Sistêmica:
O mapa não é o território
Trata-se do mais importante pressuposto de todas as linhas da PNL, desde a Clássica até a sua evolução, a PNL Sistêmica. Qualquer pessoa que tenha tido um contato minimamente mais próximo com a PNL sabe-o de cor.
E o que este princípio-mor quer dizer?
Cada sujeito organiza sua própria experiência a partir do que percebe pelos órgãos dos sentidos e por filtros mentais e de linguagem, entre os quais crenças, valores, história de vida e expectativas. A partir disso, interpreta a realidade e age de acordo com essa interpretação.
O mapa orienta nossa atuação no mundo, mas não contém tudo o que existe. Ele é um recorte da realidade.
Na Carta #013: o sistema operacional da realidade pessoal, falo sobre o impacto das crenças na construção do nosso mapa de mundo.
Meu primeiro contato com a PNL Sistêmica foi há vinte e seis anos, e na primeira vez em que ouvi este pressuposto, uma chave virou na minha cabeça e a minha vida mudou instantaneamente.
Por que, Tamer?
Porque, desde aquele momento, deixei de impor minha visão de mundo às outras pessoas e, principalmente, deixei de viver para agradar ou não desagradar aos outros.
Até então, eu oscilava entre esses dois movimentos. Naquele dia, tirei um peso das minhas costas. A vida ficou mais leve.
Ao mesmo tempo, desde que comecei a ensinar PNL Sistêmica nos meus cursos de formação e passei a transitar neste ambiente de neurolinguistas, constatei um problema sério: pouca gente consegue aplicar este princípio no seu dia a dia. Isto é, as pessoas repetem O mapa não é o território como papagaios de pirata, mas, na prática, desconhecem o que isso significa.
Uma coisa é certa: este é o aprendizado mais desafiador de todo o amplo e rico arcabouço da PNL Sistêmica. Repito isso aos meus alunos incansavelmente, em todas as minhas aulas de princípios da PNL Sistêmica.
O território
O território é maior do que qualquer mapa que a gente consiga desenhar. Enquanto o mapa é um recorte, o território é a realidade inteira.
Aqui, entra outro princípio básico da PNL Sistêmica:
As pessoas respondem à sua experiência, não à realidade em si
O cérebro humano tem limitações para processar e reter informações. Em seu trabalho The magical number seven, plus or minus two: some limits on our capacity for processing information, publicado em 1956, George Miller discutiu a capacidade da memória imediata de reter cerca de sete blocos significativos de informação, com uma variação de dois para mais ou para menos. Esse trabalho ajuda a compreender por que a quantidade de informação disponível é muito maior do que aquela com a qual conseguimos lidar de cada vez.
O mapa se forma porque registramos apenas uma parte do que acontece, e esse pouco passa por filtros: deixamos coisas de fora, deformamos e generalizamos outras. Ninguém escapa desse processo. Quem tem muita informação filtra, quem tem pouca filtra, quem estuda filtra e quem não estuda filtra também.
O mapa de cada pessoa é o melhor que ela conseguiu fazer com o que experienciou.
Esses filtros também participam da certeza com que defendemos uma determinada opinião. O sujeito se lembra do que viveu, reconhece aquilo que combina com sua história e encontra explicações que lhe parecem perfeitamente razoáveis. Ele consegue mostrar como chegou àquela conclusão. Só que a coerência da explicação depende das informações que entraram nessa conta. Tudo o que ficou de fora continua existindo, mesmo quando ele ignora.
Imagine duas pessoas conversando sobre a segurança do bairro. Uma sai cedo, volta antes de escurecer e nunca sofreu um assalto. A outra trabalha à noite e foi roubada duas vezes no caminho para casa. Elas moram na mesma rua, mas tiveram experiências muito diferentes. A primeira pode achar exagerada a preocupação da segunda; a segunda pode considerar a primeira completamente alienada ou alheia ao que acontece ali. Cada uma tem uma experiência verdadeira para contar, e nenhuma das duas histórias, sozinha, descreve tudo o que acontece naquele bairro.
Ambas estão absolutamente certas dentro do seu próprio mapa de mundo.
A conversa pode ampliar ou enriquecer o mapa de ambas, desde que elas admitam que a experiência da outra contém informações que seu próprio mapa excluiu ou às quais ela própria não teve acesso. Quando o relato diferente é recebido como ofensa ou oposição, a discussão passa a girar em torno de qual mapa é o melhor. O assalto de uma pessoa e a tranquilidade da outra continuam fazendo parte da mesma realidade, apesar do esforço de cada uma para desqualificar o que não experienciou.
Aqui, entra um outro princípio importante da PNL Sistêmica:
Nenhum mapa é mais real ou verdadeiro que o mapa dos outros
Reconhecer os limites do seu mapa pessoal exige esse trabalho de considerar informações que não combinam com a sua experiência. Possivelmente, elas te obrigarão a rever uma conclusão que você defende há anos, às vezes a vida inteira. E quanto mais você investe naquela conclusão, quanto mais discute e briga por ela, mais desconfortável pode ser admitir que você deixou de fora coisas relevantes.
A política
O mesmo princípio se aplica ao campo da política. Ideologias e partidos políticos são mapas.
A militância é uma redução da cognição.
Quando a defesa de uma ideologia ou de um partido determina o que a pessoa aceita considerar, parte da realidade fica excluída de sua análise. Um mesmo comportamento pode ser condenado no adversário e justificado no aliado. Para defender essa diferença de julgamento, ela precisa ignorar informações que reconheceria imediatamente se os envolvidos trocassem de lado. Seu compromisso com o grupo passa a limitar o que ela se dispõe a perceber, questionar e compreender.
Cada um de nós vê o Brasil a partir de onde está.
Vê a rua onde mora, a família que construiu, o trabalho que tem, as notícias que lê, os conteúdos que o algoritmo entrega e as conversas do barzinho e do almoço de domingo. Com esse material, monta uma imagem do país. A imagem tem ruas, rostos, números e histórias de gente conhecida que deu (ou não) certo. Ela serve para decidir o que fazer amanhã, e por isso funciona.
São milhões de pessoas que trabalham em lugares diferentes, pagam contas diferentes, têm medos e inseguranças diferentes, vivem perto ou longe do que o noticiário mostra. Nenhum de nós visita todos esses lugares. Cada leitura cobre uma parte, e a parte que fica de fora some do desenho sem aviso prévio.
Quando alguém exige que o outro veja o país pelo mesmo recorte, toma o que viu pelo que existe e pede que os demais confirmem. O pedido pode vir com argumento, com dado, com indignação ou com humor. A forma muda e a operação se mantém. O pedaço que ficou fora do mapa dele, e que o outro talvez conheça de perto, passa a ser tratado como erro do outro.
Cada vez mais, a imensa maioria das pessoas confunde o próprio recorte da realidade com a realidade inteira. A cada dia que passa, cresce a incapacidade do ser humano de lidar com as diferenças. A polarização e as discussões nas redes sociais evidenciam isso.
O sujeito reconhece no candidato ou na ideologia uma explicação para aquilo que viveu ou espera viver e passa a avaliar os outros pela proximidade que têm dessa explicação. Quem concorda é uma pessoa esclarecida; quem discorda sofre de uma ilusão de ótica da consciência e precisa ser corrigido. A possibilidade de que o outro tenha informações, prioridades e experiências diferentes vai desaparecendo da conversa.
Dito isso, a maior das violências é querer impor aos outros o seu mapa, seja ele político, religioso ou de qualquer outra natureza.
A imposição
Obviamente, essa imposição sempre vem acompanhada de uma boa intenção. Aqui entra outro princípio importante da PNL Sistêmica e o mais controverso:
Todo comportamento tem uma intenção positiva
O sujeito quer ajudar, acredita conhecer a melhor solução e insiste para que o outro faça aquilo que ele faria no lugar dele. Sua experiência lhe parece uma referência tão segura que a recusa do outro soa como teimosia, ingratidão ou falta de juízo.
Imagine uma mãe que passou anos trabalhando sem saber se conseguiria pagar as contas no fim do mês. Para ela, a estabilidade profissional tem um valor imenso, incomensurável.
A filha adulta tem um emprego estável, preparou-se e fez uma reserva financeira porque pretende deixar o emprego para empreender. Quando conta seus planos, a notícia cai como uma bomba. Inconformada e incapaz de entender a decisão da filha, a mãe interrompe as explicações para dizer que ela está cometendo um erro imperdoável, jogando a vida fora.
A filha insiste em apresentar seus argumentos: o tempo que reservou para se preparar, os estudos e pesquisas que fez e o passo a passo da mudança. Tudo em vão. A mãe repete que emprego bom não se larga. Sua própria experiência de uma vida inteira de insegurança financeira é suficiente para concluir que a filha está cometendo um erro grave. A conversa termina sem que elas cheguem a um consenso.
Naturalmente, a preocupação (e a convicção) dessa mãe tem uma história, se baseia em memórias e merece ser compreendida. A filha também tem sua própria história e suas próprias memórias, além de condições atuais que precisam ser consideradas. Mas, se considerar o mapa de mundo da mãe, talvez ela perceba que seu plano contém riscos que subestimou ou que sua preparação é insuficiente e, a fim de avaliar melhor seus riscos, vá buscar mais informações.
Percebe a diferença?
Quando a filha acolhe os argumentos da mãe, começa a considerar elementos que não existiam no seu mapa de mundo.
Por sua vez, quando a mãe acredita saber o que é melhor para a vida da filha, pode se sentir no direito de insistir indefinidamente. Assim, cada explicação recebe uma nova objeção e cada recusa provoca outra tentativa de convencimento. E a filha precisa se justificar até apresentar a resposta esperada que talvez nunca venha. E, claro, a mãe que insiste pode continuar se percebendo apenas como alguém preocupado, sem se dar conta do comportamento invasivo e do constrangimento que está causando.
Quando a concordância e o aceite da filha viram prova de afeto ou respeito, a relação pode sofrer desgaste.
Com o tempo, essa filha pode parar de contar seus planos. A mãe recebe menos informações, sabe menos sobre a vida dela e talvez interprete o afastamento como mais uma evidência de que a filha mudou para pior. Assim, a insistência em protegê-la acaba dificultando a proximidade necessária para que atinja sua intenção positiva.
Na Carta #008: quando a comunicação trai a intenção, desenvolvo a diferença entre aquilo que pretendemos comunicar e o efeito da nossa comunicação sobre o outro. Ela pode aprofundar sua compreensão sobre o caso da mãe que pretende proteger, mas acaba provocando afastamento.
Conhecer a experiência de alguém deveria ampliar nossa capacidade de conversar com essa pessoa.
Quando usamos a nossa história para desqualificar ou dispensar a escuta da história alheia, perdemos informações importantes sobre quem essa pessoa é e sobre o que ela está vivendo. E seguimos dando opiniões baseadas num mapa cada vez menos informado a respeito de quem pretendemos ajudar ou proteger.
A escuta
Quem chega a uma conversa convencido de que o outro precisa mudar de ideia acaba comprometendo a própria escuta e concentrando sua atenção em procurar contradições, uma fragilidade aqui e outra ali, ou alguma coisa que evidencie os equívocos daquela pessoa. Ela termina de falar, e a resposta já estava pronta muito antes.
Até as perguntas podem servir a esse propósito. Você pede uma explicação e interrompe quando ela toma uma direção diferente daquela que você esperava. Insiste num detalhe que considera absurdo, ignora o restante e volta a perguntar a mesma coisa, esperando que o outro finalmente reconheça o que lhe parece evidente. Assim, a pessoa pode se explicar indefinidamente e continuar com a sensação de que não foi ouvida.
Para compreender o mapa de alguém, é preciso considerar que suas respostas podem modificar a leitura que você fez. Talvez você descubra uma informação que desconhecia ou perceba que atribuiu àquela pessoa uma intenção que ela nunca teve. Isso exige alguma disposição para admitir, durante a conversa, que a sua interpretação estava incompleta ou equivocada. E isso costuma ser especialmente desconfortável.
Numa relação antiga, essa dificuldade ganha um reforço: a certeza de que você conhece o outro. Basta ouvir o começo de uma frase para lembrar-se de discussões anteriores e concluir o que ele pretende dizer. Às vezes, você responde àquela lembrança antes de compreender a fala do contexto atual. O outro tenta explicar que está dizendo uma coisa diferente, mas sua explicação também passa a ser recebida com desconfiança.
Conhecer a história de uma pessoa oferece referências valiosas. Ao mesmo tempo, ela continua vivendo, aprendendo e revendo suas próprias escolhas. Pode ter mudado de opinião, encontrado outras alternativas ou simplesmente estar querendo comunicar algo que você ainda não compreendeu. Uma relação pode ficar presa a uma versão antiga de alguém quando toda mudança é interpretada a partir de como essa pessoa pensava e agia no passado.
Expressar a sua percepção e as suas interpretações e dar ao outro a oportunidade de esclarecer as próprias percepções e interpretações pode recuperar partes importantes do diálogo e enriquecer o mapa de ambos. Quando o outro responde que o que você entendeu é diferente daquilo que ele quis dizer, isso é uma informação importante que deve ser levada em conta.
É bastante presunçoso acreditar que você conhece melhor a intenção positiva de uma pessoa do que ela própria.
Também é possível que, depois do esclarecimento, você continue considerando sua posição inicial. Agora, porém, consegue identificar o que foi efetivamente dito e apresentar suas razões a partir disso.
O outro também pode corrigir uma informação sua ou apontar uma consequência que você ignorou. A conversa passa a incluir a possibilidade de revisão para quem entrou nela acreditando que só tinha alguma coisa a ensinar.
A liberdade
Há conversas em que as pessoas se escutam, compreendem as razões uma da outra e continuam discordando. Cada uma considera o que ouviu, mas atribui um peso diferente àquelas informações. A decisão que faz sentido para uma continua parecendo inadequada à outra.
Esse resultado pode ser desafiador quando alguém acredita que ter sido compreendido deveria ser suficiente para obter a concordância do outro.
Foi essa expectativa que aquele primeiro aprendizado da PNL Sistêmica me ajudou a rever. Eu podia explicar minha visão de mundo e deixar que o outro decidisse o que fazer com ela. Também podia considerar a opinião de alguém sem viver em função da aprovação dessa pessoa. O princípio mais importante da PNL Sistêmica tinha consequências para os dois movimentos que, até então, governavam a minha vida.
É muito importante que se diga: uma opinião pode ser ouvida e considerada seriamente sem necessariamente ser adotada. Abrir-se para o outro não significa adotar o mapa dele para se orientar no mundo. Significa apenas considerar possibilidades que seu próprio mapa está ignorando.
O sujeito pode reconhecer a importância do que você disse, agradecer pela preocupação e ainda assim escolher diferente de você. Insistir depois disso exige examinar a própria intenção: o que você está buscando com isso? Qual é a sua intenção positiva? Talvez você esteja buscando validação e há outras formas de atingir sua intenção positiva que não impondo seu mapa de mundo.
Penso a democracia como a capacidade de conviver com mapas diferentes.
A convivência democrática exige que o outro possa discordar de você e explicar suas razões sem ser desqualificado por isso. Numa decisão que afeta os dois, os interesses dele também precisam ser considerados. Defender a liberdade de expressão exige reconhecer esse mesmo direito em quem diz alguma coisa que lhe desagrada ou contraria.
A diversidade faz parte da natureza e da vida humana.
Pessoas que compartilham uma casa, uma história ou um projeto podem ter prioridades diferentes e querer coisas distintas para o futuro. Conviver exige levar essas diferenças em conta ao decidir o que farão juntas. Quem participa da decisão precisa considerar também o que ela representa para os demais, inclusive para aqueles cuja opinião não prevaleceu.
Isso pede acordos concretos. Num projeto compartilhado, por exemplo, é preciso definir as responsabilidades, os recursos disponíveis e como serão tomadas as decisões. As pessoas podem cumprir esses acordos sem adotar as mesmas crenças nem atribuir a mesma importância a tudo. Quando cada desacordo obriga alguém a defender seu caráter ou provar sua lealdade, o trabalho em conjunto fica condicionado a uma semelhança que talvez nunca exista.
Praticar esse princípio inclui rever acordos à luz de informações que ninguém tinha antes. Cada participante precisa examinar sua contribuição, corrigir o necessário e considerar o que os demais perceberam, sem transformar a revisão numa disputa sobre quem está certo.
Na Carta #018: quando as pessoas desaprenderam a se relacionar, examino a convivência como competência e como se desenvolve a capacidade de construir vínculos e conviver com as diferenças.
A mentoria
A Mentoria Ágora é um processo de PNL Sistêmica para transformar a forma como você pensa, age e se relaciona.
Ágora era um lugar onde se negociavam ideias, valores e destinos na Grécia antiga. Para mim, a mentoria é uma ágora: um espaço entre o que você vive hoje e o que podemos construir a partir daí.
Você que vive tentando agradar os outros, tem dificuldade de dizer não e acaba cedendo quando gostaria de estabelecer limites pode contar com meu apoio. Na mentoria, podemos trabalhar o medo da rejeição e desenvolver recursos para você comunicar melhor suas escolhas e liderar a si mesmo.
Esse trabalho também pode ajudar você que busca validação e precisa que as pessoas concordem com sua visão de mundo. Podemos examinar o que acontece quando alguém discorda de você e trabalhar sua forma de responder, para que a diferença de opinião deixe de ser um problema ou uma disputa constante nas suas relações.
Para contar com meu apoio nesse processo, clique aqui e preencha o formulário de interesse.
Grande 4braço
#TamerJunto
Complementos
Esta carta tem cinco complementos:
Provotalks: dois novos ângulos em áudio, disponíveis na plataforma de sua preferência na próxima quinta-feira e na quinta-feira seguinte, às 7h59;
#DicaDoTamer: duas dicas explicadas para aplicação imediata, disponíveis nas Notas do Substack na próxima sexta-feira e na sexta-feira seguinte, às 12h59;
Provocrônica: uma história real que você receberá diretamente no seu e-mail, na próxima terça-feira, às 7h59.
Circule
Conto com você para fazer este trabalho circular.
Vivemos um momento de dispersão e superficialidade, por isso um acervo como este merece chegar a novas mentes e corações e ajudar ainda mais pessoas.
Por favor, compartilhe. Hoje, mais do que nunca, o que tem valor precisa encontrar caminho.






